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Médicos alertam que o “motorzinho” do dentista pode ter potencial de disseminação do coronavírus igual ao de UTI de hospital.

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Face à elevada exposição à Covid-19 por médicos, higienistas, assistentes e demais trabalhadores de serviços médicos de saúde, a Direção-Geral da Saúde (DGS) definiu as novas regras a que os profissionais estão sujeitos para lidar com a pandemia. As clínicas deverão disponibilizar máscaras cirúrgicas, caso o utente não tenha uma, e soluções à base de álcool à entrada das clínicas e consultórios. Não pode ainda haver atendimento presencial sem um prévio contacto remoto com o paciente, via telefone, email ou outro meio.

Foi a primeira atividade clínica a ser suspensa, ainda durante o mês de março, face os riscos da proximidade entre profissionais de saúde oral e utentes. Com a reabertura marcada para esta segunda-feira, a palavra de ordem é agora atenção redobrada no que toca às medidas para evitar o contágio do novo coronavírus.

 

Para o efeito, a DGS emitiu no final da semana passada as indicações para os profissionais de saúde que prestam serviços orais devido à pandemia do coronavírus.

Segundo o documento divulgado pela DGS, as clínicas deverão disponibilizar máscaras cirúrgicas, caso o utente não tenha uma, e soluções à base de álcool à entrada das clínicas e consultórios. “A máscara deve ser usada dentro do espaço de sala de espera ou receção, só removendo quando estiver no gabinete de consulta”, fixa a DGS.

Para os profissionais, o equipamento de proteção individual a usar inclui máscara cirúrgica, óculos de proteção ou viseira, luvas e uniforme e calçado de uso clínico. Bata ou fato de proteção completo, um segundo par de luvas, cógula, touca e cobre-botas devem ser considerados no caso de procedimentos de alto risco ou se o utente foi um caso suspeito ou confirmado de Covid-19.

Após a consulta, as superfícies e o ambiente de trabalho deve ser imediatamente desinfetado. E os profissionais de saúde oral devem “seguir escrupulosamente todos os procedimentos universais de esterilização e desinfeção”. Os equipamentos de proteção individual devem ser descartados em contentores de lixo contaminado.

Deverão ainda ser retiradas das salas de espera as revistas, folhetos, máquinas de café e outros objetos que possam ser manuseados ou tocados por várias pessoas. É também aconselhável a renovação frequente do ar nas salas de espera e a proteção das superfícies mais expostas ao contacto com as mãos, nomeadamente com barreiras plásticas ou papel de alumínio.

De acordo com as novas regras, é também aconselhável a atualização do plano de contingência. Os profissionais deverão ter a informação necessária para agir de acordo com esse mesmo plano.

Conheça as medidas para pacientes e profissionais de saúde, em vigor a partir de hoje

Antes das consultas:

– É aconselhada uma triagem prévia, por via remota, através do telemóvel, por email ou outro meio, para que o utente seja avaliado.

– O utente deve ser questionado sobre a presença de sintomas habituais da Covid-19, como tosse, febre ou dificuldade respiratória registada nos últimos 14 dias e sobre os contactos com casos confirmados ou da doença.

– Caso o paciente apresente sintomas sugestivos de coronavírus, a DGS aconselha a contactar a linha SNS24, 808 24 24 24. Nestes casos, “a consulta de Saúde oral não deve ocorrer”, pode ler-se nas recomendações da DGS. A consulta deve ser posteriormente adiada ou remarcada. Caso a situação seja urgente e inadiável, a DGS recomenda o agendamento da consulta para o final da manhã ou da tarde, “em horários específicos, por forma a não existir a partilha da sala de espera”.

– É desaconselhada a presença de um acompanhante dentro do consultório. Caso a sua presença seja necessária (por exemplo no caso de um utente menor de idade), o acompanhante deve utilizar uma máscara cirúrgica e permanecer sentado a mais de 2 metros de distância.

– O paciente deve evitar tocar nas superfícies quando tal não é necessário. Os pagamentos deverão ser, de preferência, através de meios que evitem o contacto (por exemplo, pagamento eletrónico, terminal de pagamento automático contactless).

– Os profissionais de saúde são aconselhados a retirar adereços como anéis, pulseiras, colares, brincos no momento do atendimento. No momento em que entra no consultório, o clínico e o assistente dentário devem estar previamente equipados com todo o material de proteção.

Durante a consulta:

– Durante a sua consulta deve garantir que não tem os seus objetos de uso pessoal expostos, nomeadamente o telemóvel e a carteira.

– Médicos e assistentes devem também retirar todos os adereços — anéis, pulseiras, colares, brincos e relógios –, bem como manter as unhas naturais, curtas e limpas, sem usar unhas artificiais ou outro tipo de extensores, verniz, gel ou gelinho.

– Uma vez no consultório, os utentes devem ainda cumprir com o distanciamento mínimo de dois metros, evitar tocar em superfícies desnecessariamente e optar pelo pagamento através de meios que evitem contacto físico.

– Nas instalações, a abertura de janelas é preferível em relação ao uso de ar condicionado. Ainda, nesse caso, o seu funcionamento deve ser em modo de extração e não de recirculação de ar.

– Manter sempre a porta fechada do gabinete;

– Devem ser evitada a utilização de procedimentos que resultem na formação de aerossóis devido às gotículas libertadas pelos mesmos. A DGS recomenda a utilização da aspiração cirúrgica para diminuir a disseminação de aerossóis;

– Instruir o utente, antes de qualquer procedimento, a bochechar por 30 segundos com solução de peróxido de hidrogénio a 1%1 ou iodopovidona a 0,2%2;

– Colocar dique de borracha sempre que indicado;

– Utilizar instrumentos rotatórios com válvula antirretorno 3 e usar proteções descartáveis;

– Dar preferência às radiografias extraorais, em detrimento das intraorais;

– Dar preferência à sutura reabsorvível após as extrações;

– Profissionais e consultórios devem ainda “proteger com barreiras plásticas ou em papel de alumínio descartáveis as superfícies mais expostas ao contacto com as mãos do gabinete de consulta”, como é o caso de equipamento informático, da pega do candeeiro, do tabuleiro, painel de comando da cadeira, instrumentos rotativos, entre outros.

Após a consulta:

– As superfícies e o ambiente de trabalho deve ser imediatamente desinfetado após a consulta. Os profissionais de saúde oral devem “seguir escrupulosamente todos os procedimentos universais de esterilização e desinfeção”. Os equipamentos de proteção individual devem ser descartados em contentores de lixo contaminado.

Risco dos Procedimentos para Transmissão de SARS-CoV-2

Segundo a DGS, consideram-se procedimentos de alto risco todas as intervenções que geram aerossóis, nomeadamente, as destartarizações e toda a atividade que requeira o instrumental rotatório (polimento incluído) ou seringa ar-água.

Já procedimentos de baixo risco, a DGS sinaliza  todas as intervenções em que não se prevê que a geração de aerossóis.

Quais são os Equipamento de Proteção Individual que devem ser usados?

Os funcionários da receção devem estar equipados com máscara, óculos de proteção ou viseira, uniforme e calçado utilizado exclusivamente para a função.

Relativamente aos profissionais de saúde oral, estes devem utilizar equipamentos de proteção individual “de acordo com o risco dos procedimentos a realizar”, informa a DGS.

No caso dos procedimentos de alto risco, os mesmos profissionais devem utilizar bata, máscara FFP2 ou FFP3, óculos ou viseira, luvas, touca e calçado clínico.

Para os procedimentos de alto risco, a DGS diz que “pode ainda ser considerada a utilização de duplo par de luvas (cano longo), cógula (opcional) e fato de proteção completo (opcional à bata)”.

Limpeza e desinfeção das áreas e materiais

A limpeza e desinfeção de todas as superfícies fora do gabinete de consulta deve ser realizada com intervalos entre 1-2 horas. Já nos gabinetes, a limpeza deve ser efetuada após cada consulta.

Na lavagem de chão e superfícies devem ser usadas substâncias específicas, nomeadamente o hipoclorito de sódio.

Os óculos e viseiras devem ser pulverizados com álcool e colocados em tabuleiros descartáveis. Enquanto equipamentos reutilizáveis, óculos de proteção e viseiras devem ser pulverizados com álcool a 70º ou submersos numa solução de cloro.

Já a roupa deve ser lavada a altas temperaturas. Caso não haja máquina de lavar no local, deve ser posta num saco de plástico fechado e depois colocada diretamente na máquina.

A orientação emitida pela DGS visa, sobretudo, evitar a transmissão da Covid-19 “e poderá ser revista a qualquer momento, em função da evolução e situação epidemiológica”.

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Cuidados com o corpo devem ser redobrados em tempos de pandemia, como a atual, causada pelo novo coronavírus. Nesse sentido, estar atento à saúde bucal é um dos elementos essenciais nessa situação. 

 

- Cuidados especiais
Uma das formas de contágio do novo coronavírus se dá pela disseminação de gotículas de saliva. Por isso, se alguém na casa estiver com sintomas ou suspeita da infecção, o uso de escova de dente, talheres e toalha de rosto precisa ser individualizado.

”Importante destacar a necessidade de lavar as mãos antes de fazer a higiene bucal e com frequência ao longo do dia, por no mínimo 20 segundos, e tendo o cuidado de lavar entre os dedos e no pulso”,

- Como fica a consulta ao dentista?
De acordo com orientações do Ministério da Saúde, o trabalho realizado pelos dentistas integra o grupo de serviços essenciais à saúde, mas, por ser uma profissão que trabalha com a boca, requer maior atenção nos cuidados e na proteção. Dentre os casos de urgência, estão dor de dente, sangramentos, traumatismos, abscessos dentários ou periodontais, fratura de dente e restaurações.

 - O que fazer em casos de acidentes dentários?

São mais frequentes em crianças, mas todos estão suscetíveis aos acidentes dentários em casa. Os primeiros socorros podem ser feitos em casa e podem fazer diferença na recuperação. Diversos cenários podem ocorrer: um deles seria a fratura de um fragmento dental e outro seria a queda do dente por inteiro.

No caso de fratura de um pequeno fragmento, caso ache esse fragmento, leve ao dentista. O canal desse dente poderá vir a ser tratado, mas precisará da avaliação e acompanhamento do dentista. 

 “Se o dente cair por inteiro, diferentes medidas são adotadas para o dente de leite e para o dente permanente. O dente de leite NÃO deve ser reimplantado, pois poderia ocasionar uma lesão do dente permanente. Se ocorrer num dente permanente, este poderá ser reimplantado. Alguns cuidados são essenciais nesse momento. Em hipótese alguma, tente limpar ou esfregar o dente. Nessa tentativa, você corre o risco de matar os ligamentos do dente e dificultar um eventual reimplante. É importante lembrar que o dente é um tecido vivo, se ressecar ou morrer no trajeto, não será possível realizar o reimplante.

A pessoa deve colocá-lo em imersão com leite (ou soro fisiológico) e procurar o dentista imediatamente para avaliar a possibilidade de reimplante do fragmento.

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Durante o período de isolamento social instaurado como medida de prevenção ao novo coronavírus é muito importante reforçar os hábitos de higiene.
Devemos redobrar a atenção com a saúde bucal, haja vista que a boca é uma das principais vias de contágio do covid-19, e também de outras doenças.

Como cuidar da saúde bucal em tempos de Coronavirus?

Nessa época a necessidade de estar com a escovação em dia e correta, em uma frequência de pelo menos três vezes ao dia e com o uso do fio dental nunca foi tão importante.

Apenas assim podemos controlar placas bacterianas evitando cáries e consequentemente tratamentos de canais evitando dor e emergências.

Vale ressaltar que devemos evitar colocar as mãos na boca e em todo rosto nessa época.

Como é aconselhável proceder caso tenha algum problema odontológico?

O paciente que sentir a necessidade de ir ao dentista, por estar com dor ou com uma emergência, pode previamente entrar em contato por whatsapp ou telefone para evitar exposição à contaminação do Covid-19.,O cirurgião dentista deve evitar aglomerações em sua sala de espera, espaçando os horários entre os pacientes, fornecendo EPI’s descartáveis para cada pessoa atendida e higienizar o consultório entre os atendimentos.

Qual a orientação em buscar atendimento odontológico no momento do isolamento social?

No momento de isolamento social a orientação é evitar tratamentos eletivos, tratando apenas emergências e dores.

A melhor opção sempre foi à prevenção, e seguir o isolamento social e todas as orientações passada pela OMS.

O que pode causar a negligência da higiene bucal?

A negligência da higiene  bucal pode acarretar problemas simples como as cáries, evoluindo para um tratamento endodôntico (de canal).

A formação de placa bacteriana gera um quadro inicial de gengivite com o agravamento da gengivite torna-se uma periodontite levando a perda dos dentes.

Em alguns casos isso é a porta de entrada para problemas cardíacos tornando-se o quadro geral do paciente muito mais sério.

O Coronavirus é bastante ligado à baixa imunidade. Problemas bucais podem agravar esse quadro?

Sim. Toda desordem de saúde como um todo tem seu reflexo na boca, com a imunidade não seria diferente.

Pode haver desde um ressecamento da boca por baixa salivação, até um quadro de candidíase, herpes labial ou queilite angulare, pois o uso de alguns medicamentos pode gerar uma imuno supressão.

 

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Em tempo de pandemia, muito se fala sobre a necessidade de adequação do corpo e mente ao período de isolamento social. A quebra repentina da rotina de trabalho e lazer fez com que as pessoas adaptassem seus afazeres laborais e de exercícios físicos aos limites de suas casas e vários profissionais da saúde têm recomendado uma série de cuidados para que isso não afete o psicológico dos enclausurados.

Definição de horários para cada atividade, com trocas de roupas para os momentos de trabalhar e de se exercitar, como se em tempo de normalidade estivéssemos, são algumas das sugestões apresentadas, porém um dos efeitos causados pela reclusão é a ansiedade e, com ela, a compulsão alimentar.

 
 

O ato de comer “besteiras” ao longo do dia como forma de afastar o tédio, além das óbvias consequências ao organismo, causa grave prejuízo à saúde bucal pela ausência de escovação e uso de fio-dental.

No campo da ortodontia, a falta de cuidados básicos com os dentes e com os aparelhos se mostram ainda mais danosa. Primeiro porque os aparelhos ortodônticos, naturalmente, impedem o fácil acesso das cerdas das escovas nos dentes exigindo maior atenção do paciente. A falta da correta escovação faz com que os alimentos se acumulem provocando cáries e tártaros.

 
 

Ademais, alguns dos alimentos mais consumidos no momento de lazer contêm açúcar e carboidrato. Outros são mais duros, como pipocas, castanhas, balas, e podem causar o descolamento ou mesmo quebra do aparelho ortodôntico.

Ainda é preciso considerar as despesas para reparação de danos provocados nesse período.
É importante o paciente redobrar os cuidados com a saúde bucal até o retorno das atividades normais das clínicas de odontologia para o restabelecimento do curso do tratamento que, em razão desta perda parcial da função do aparelho, poderá ficar atrasado por meses.

Continuemos em casa que logo o isolamento passará, mas sem esquecermos de cuidar da saúde como um todo: física, mental e bucal.

 

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Não é de hoje que a harmonização facial ganhou os holofotes e se tornou a nova moda nos tratamentos estéticos. O objetivo é modelar o rosto para o tornar mais harmonioso e, dessa forma, enaltecer a beleza dos traços naturais, corrigir imperfeições e até mesmo retardar o envelhecimento prevenindo rugas e marcas de expressão.

No entanto, as intervenções estéticas da harmonização facial não são permanentes e precisam de manutenção e retoque periódico. Com a pandemia do covid-19 e os consultórios fechados, muitas pessoas que recorreram ao procedimento antes do encerramento das atividades têm buscado orientações para prolongar ao máximo os resultados dos procedimentos realizados já que estão impedidas de ir ao consultório fazer novas aplicações. O que fazer?

Por que a procura pela harmonização facial tem sido tão grande?

Em cinco anos, de 2014 a 2019, o número de procedimentos realizados apenas em homens, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCO), passou de 72 mil para 276 mil ao ano. Mas qual a razão?

Quanto tempo duram os resultados da Harmonização facial?

Tanto as técnicas utilizadas quanto os hábitos do paciente podem interferir na duração do tratamento. No caso do ácido hialurônico, que é uma substância naturalmente produzida pelo organismo, ele é absorvido pelo organismo com o tempo. Por este motivo, o tratamento não costuma ultrapassar 12 meses. Após esse período o paciente deve fazer uma nova aplicação”

É possível prolongar os efeitos da harmonização facial?

Sim. Os resultados podem ser menos ou mais prolongados dependendo dos hábitos dos pacientes. Pessoas que tomam muito sol ou são fumantes costumam ter menor duração dos efeitos da harmonização facial. Existe uma série de cuidados que se pode ter para prolongar ao máximo possível os resultados do procedimento.

5 dicas para manutenção da harmonização facial durante a quarentena

 

No caso do preenchimento labial é importante evitar bebidas quentes porque o calor faz degradar o acido hialurônico mais rapidamente.

2- Dormir deitado de barriga pra cima

Para preenchimento de CODES e mandíbula, pois 8h de sono pressionando a região pode afetar o contorno facial.

3- Tomar muita água

Ingerir boa quantidade de água ajuda a manter a harmonização facial por mais tempo, já que hidrata os tecidos. A sustentação da pele é feita a partir das fibras de colágeno, que precisam da água para se renovar e funcionar adequadamente.

4- Realize suas atividades em ambiente com boa iluminação

Neste período de quarentena muitas pessoas estão em casa se atualizando, lendo, assistindo Netflix, etc. Mas se você estiver em ambientes com pouca luz isto vai obviamente fazê-lo franzir mais a testa e apertar os olhos, aumentando as rugas glabelares e periorbiculares, fazendo com que o preenchimento ou o botox aplicado na região percam a eficácia mais rápido.

5- Use protetor solar dentro de casa

Apesar de a exposição solar ser menor durante a quarentena, muitas pessoas estão expostas à luz dos computadores, tablets, smartphones e a própria iluminação elétrica de casa. Estas fontes luminosas podem sim manchar a pele, assim como a luz solar, embora na maioria dos casos em menor proporção. Por isso é importante usar protetor solar até mesmo dentro de casa para manter a pele bonita. Afinal, ninguém quer sair na live do facebook e do Instagram com a pele manchada.

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Oito dentistas e uma administradora de empresa resolveram aproveitar o isolamento social na pandemia para praticar a solidariedade. Elas transformaram as suas casas em fábricas de protetores faciais, que são feitos de forma artesanal. O grupo Protetor do Bem foi criado para ajudar, sobretudo, os profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate ao novo coronavírus (veja vídeo acima).

 

A iniciativa solidária foi uma ideia da dentista Carol Arteiro. Ela mobilizou as colegas de profissão Paula Valença, Ana Cláudia Araújo, Renata Caminha, Karina Melo, Marluce Moreira, Ana Paula Alves e Glauce Sá, além da administradora de empresas Tatiana Mota. Em um mês de trabalho voluntário, elas confeccionaram quase oito mil protetores faciais.

O trabalho segue firme, mas, para manter a continuidade dele, as doações precisam chegar. “Nós não recebemos valores em dinheiro. Passamos o contato dos fornecedores e as pessoas que querem ajudar compram o material e eles enviam para as nossas residências para que a gente possa confeccionar o protetor”, disse Carol Arteiro.

As pessoas que querem doar podem entrar em contato pelo Instagram. O grupo enviou protetores para profissionais de saúde de diversas cidades. “Já atendemos ItambéFernando de NoronhaGaranhuns, OlindaJaboatão dos Guararapes e profissionais de serviços como Corpo de Bombeiros e Samu. A nossa prioridade são os serviços públicos”, afirmou.

E as pessoas das famílias dessas mulheres também ajudam. Catarina, filha de Carol, corta os elásticos e auxilia na montagem. “Cada colaboradora procura fazer desse momento de confecção um momento de lazer, e os nossos filhos já entendem e ajudam”, contou.O retorno dos profissionais que recebem a doação servem de combustível para quem participa da iniciativa. “A gratidão é tão imensa quando eles recebem os protetores que o sentimento retorna para a gente, o amor que a gente coloca termina chegando de volta de alguma forma”, declarou a dentista Paula Valença.“A minha maior felicidade é entregar a esse profissional o protetor e enxergar, no olhar dele, a alegria e a gratidão de estar sendo lembrado nesse momento único e tão difícil”, disse Renata Caminha
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