Qual é o melhor método para reduzir os sinais de envelhecimento da pele? Ácido hialurônico ou toxina botulínica? Essa é uma dúvida muito comum entre as pessoas que desejam realizar um procedimento estético. No entanto, é preciso esclarecer que, embora ambos sejam utilizados para rejuvenescer o rosto, eles possuem objetivos distintos.
Por isso, no artigo de hoje, vamos falar sobre as particularidades de cada tipo de tratamento. Confira!
O ácido hialurônico é uma substância produzida pelo nosso próprio organismo. Ele é responsável por dar sustentação aos tecidos, por hidratar a pele e por estimular a produção de colágeno. Porém, com o passar dos anos e com o processo de envelhecimento, essa produção acaba diminuindo significativamente, sendo necessária uma reposição.
Diante dessa realidade, a
indústria da beleza começou a desenvolver diversos produtos utilizando essa substância na sua composição a fim de atender a essa demanda do mercado. Assim, surgiram cremes, sabonetes e até maquiagens contendo o ácido hialurônico na sua formulação. Ele também passou a ser introduzido nos procedimentos de harmonização facial.
O objetivo principal dessa substância é preencher os espaços entre as células existentes, reduzindo a
aparência de rugas e linhas de expressão. A molécula retém uma alta quantidade de água que contribui para manter a pele firme e lisa por um longo período, harmonizando a simetria do rosto. Por se tratar de uma substância natural, ela é facilmente absorvida pelo organismo e proporciona uma hidratação ainda maior. Por isso, é tão solicitada nos consultórios!
A toxina botulínica, também conhecida como BOTOX, ficou famosa por ser bastante utilizada entre os artistas. Trata-se de uma substância produzida por uma bactéria chamada
Clostridium Botulinum
que tem como função paralisar o movimento muscular no local onde é aplicada. Achou estranho? Calma, vamos explicar melhor sobre isso.
Antes de qualquer coisa, é importante você entender que a movimentação muscular é feita por meio de uma estímulo que parte do cérebro, atravessa a medula espinhal e corre pelos nervos até chegar aos músculos. Toda essa comunicação é feita por meio de uma substância chamada
acetilcolina. Sendo assim, a toxina botulínica, quando aplicada, atua no bloqueio da liberação dessa substância, inibindo, assim, a contração muscular.
Nesse sentido, pode-se dizer que a
toxina botulínica
é indicada para minimizar as chamadas rugas dinâmicas que são aquelas que aparecem quando contraímos alguns músculos da testa, das sobrancelhas, das bochechas etc. Além disso, ela ajuda a prevenir o aparecimento das rugas estáticas que são aquelas que ficam visíveis mesmo sem movimentação facial.
Ela é indicada para pacientes com idade superior a 25 anos e o tempo de duração do procedimento varia. Mas, geralmente, gira em torno de 4 a 6 meses, sendo necessária uma nova aplicação após esse período.
Como você pode perceber, os dois procedimentos são bem parecidos. No entanto, as diferenças existem. A primeira está relacionada à forma de ação. A toxina botulínica age paralisando o músculo e evitando o movimento natural, responsável pela formação das rugas. Já o ácido hialurônico atua repondo o volume que foi perdido ao longo do tempo, diminuindo, assim, a flacidez da pele.
Nesse sentido, pode-se dizer que enquanto a toxina botulínica tem a função de eliminar as rugas existentes e prevenir as futuras; o ácido hialurônico visa preencher os sulcos e dar volume à pele. Essa é a principal diferença entre as duas técnicas. Por isso, é tão importante você procurar um profissional qualificado para escolher a melhor opção.
Diversos fatores devem ser levados em consideração ao optar por um dos procedimentos, tais como: idade, região a ser tratada, histórico do paciente etc. Em determinados casos, os dois métodos podem, inclusive, ser combinados para que o resultado final seja melhor. No mais, é fundamental ressaltar que a aplicação dessas substâncias deve ser feita com responsabilidade e bom senso.
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