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Artigos Odontologia

Dr. Cristiano Paiva

Dr. Cristiano Paiva

Ter um sorriso perfeito envolve muitos fatores, como a melhora da autoestima e da vida profissional, mas o destaque maior nos últimos tempos está em tornar melhor a estética, mesmo que não exista um problema mais complexo. De acordo com dados apresentados pela Sociedade Brasileira de Odontologia e Estética, o setor teve um aumento que ultrapassou os 300%.

Nas redes sociais, é possível notar a presença de diversas pessoas exibindo sorrisos impecáveis e perfeitos, no entanto, nem sempre se trata de alguém que tem o hábito de cuidar diariamente da saúde bucal. Esses resultados são possíveis por conta do uso da lente de contato dental, que ajuda a melhorar a estética dos dentes.

A tendência é uma peça produzida em porcelana ou cerâmica com 0,8 milímetros e aplicada aos dentes. De acordo com especialistas da área, a lente de contato dental pode alterar a cor e também o formato dos dentes, permitindo modificar o sorriso de uma pessoa.

A resposta para o crescimento do setor está na melhora da autoestima dos pacientes que fizeram o uso das lentes de contato dental, que trazem melhorias reais e notáveis no sorriso das pessoas que optam pela técnica.

O que é preciso saber antes de realizar a técnica

Ao decidir colocar a lente de contato dentária, o primeiro passo é consultar o dentista de sua confiança, ele é o profissional mais indicado para qualquer procedimento relacionado à saúde bucal, de uma simples limpeza até os tratamentos mais complexos.

Segundo a pesquisa, grande parte dos dentistas afirma a necessidade de o paciente realizar um estudo da face. Esse procedimento é essencial para que a lente de contato seja produzida de acordo com o formato dos dentes do paciente, ou seja, é tirado um molde para que a peça saia perfeita e encaixe sem causar nenhum incômodo ao paciente.

Os especialistas ainda advertem sobre os pacientes com bruxismo, uso de próteses anteriores à colocação da lente de contato ou problemas mais complexos de alinhamento dos dentes, já que estes podem não ser os pacientes ideais para a realização do procedimento. O método é indicado para pessoas adultas em situações não agravantes, como espaços entre os dentes e manchas, por exemplo.

É muito importante saber que esse método pode não ser a solução para todas as pessoas, já que isso depende de suas condições dentárias. Por isso, é primordial, antes de tomar qualquer decisão, procurar orientar-se com profissionais qualificados para ter certeza se poderá fazer uso da técnica ou não.

Outro fator muito importante é que o paciente deve investigar a forma de trabalhar do profissional, se todos os aparelhos e equipamentos estão em perfeito estado e se a clínica se responsabiliza pelo serviço por ela realizado, o que é imprescindível para um atendimento de qualidade.

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A má saúde bucal pode levar a uma variedade de problemas de saúde. Agora, pesquisadores italianos concluíram que problemas de saúde com suas gengivas também podem dificultar o gerenciamento da pressão alta. Eles afirmam que pessoas com hipertensão que também têm doença nas gengivas têm leituras de pressão sanguínea que são em média mais altas do que aquelas sem doença na gengiva.

Aqueles com hipertensão e doença gengival foram 20% mais propensos a ter sua hipertensão não controlada com medicação, quando comparados com pacientes com hipertensão que não tinham doença na gengiva.

Cerca de 52% das pessoas estudadas tinham doença da gengiva, formalmente conhecida como doença periodontal A maioria dos pesquisados tinha uma considerada moderadamente severa, enquanto 3% tinham um caso leve e 12% tinham caso grave. A pressão arterial aumentou progressivamente daqueles com casos leves a moderados e naqueles com casos graves.

As pessoas que têm inflamação e infecção da doença periodontal descontrolada correm mais risco de desenvolver doença cardiovascular porque quando a inflamação está dentro dos vasos sanguíneos, isso torna o revestimento dentro deles mais espesso. À medida que você recebe essas placas espessas dentro desses vasos sanguíneos, diminui o fluxo sanguíneo, colocando-o em risco de ataque cardíaco e derrame.

A boca está cheia de bactérias. Com boas práticas de saúde bucal, como escovação diária e uso do fio dental, essas bactérias são mantidas sob controle. Mas a má higiene bucal pode permitir que elas se acumulem, causando infecções e doenças nas gengivas. Isso, por sua vez, pode levar a condições crônicas em outras partes do corpo.

Esses mediadores inflamatórios, bem como bactérias, podem acabar na corrente sanguínea. É possível que a inflamação causada pela gengivite torne a medicação da pressão arterial menos eficaz e, por sua vez, a pressão arterial fique fora de controle Pacientes com hipertensão e doença cardiovascular devem seguir uma boa higiene bucal e visitar seu dentista a cada seis meses.

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Além de ser usado como procedimento estético, técnica pode ser recomendada e executada por cirurgiões dentistas para corrigir diversos problemas da boca.

Com o passar dos anos nossa pele fica mais fina e perdemos gordura em alguns locais do rosto. Esta redução de espessura, comum a todos os seres humanos, se dá pela degradação de colágeno, diminuição da sua produção e pela oxidação da pele.

Chegou ao Brasil a tecnologia considerada como uma das mais inovadoras para o lifting facial. Amplamente utilizados na Europa, Ásia e Estados Unidos, os fios de sustentação, tem como principal diferencial, a capacidade de ancoragem e tração de seu fio reabsorvível. A tecnologia de fabricação e design dos fios garante um procedimento minimamente invasivo, de efeito imediato, extremamente eficaz e mais duradouro, quando comparado a alternativas disponíveis no mercado.

No Brasil, trabalhamos com dois tipos de fios de sustentação.

Um deles, chamado de fio de PDO, que são fios menores, feitos de polidioxanona. O principal efeito dele é estimular a produção de colágeno. Nesse caso, ocorre um lifting tardio, pois ao gerar a contração das fibras da pele, contrai a própria pele também. Sua duração gira entre 6 e 8 meses, em média.

Já o fio polilático, composto pelo ácido homônimo, a mesma substância do Sculptra, um volumizador muito eficaz, usado em larga escala no tratamento do envelhecimento da pele, é um fio bem maior e mais resistente. Devido ao seu tamanho e espessura, permite a realização de um excelente lifting.

Totalmente absorvível este fio é relativamente simples de ser colocado, por mãos treinadas, em um procedimento minimamente invasivo de apenas 20 a 30 minutos. Com o tempo, aproximadamente 18 meses, o fio é reabsorvido pelo organismo, o que permite reavaliar no paciente, novas necessidades e por fim o reposicionar das hastes. Esse tipo de fio tem duas apresentações diferentes, sendo que a diferença está numa espécie de âncora que um deles possui.

O fio sem a âncora produz um lifting leve a moderado e produz muito colágeno, deixando a pele com aspecto jovem e cheia de vida. O seu procedimento de implantação leva cerca de uma hora. Já a versão com âncora têm um poder de lifting muito maior, pois permite dar nós com mais facilidade e puxar mais a membrana da pele. Apesar de sua absorção acontecer em cerca de 18 meses, após o procedimento, a pele do paciente mantém aparência muito melhor do que antes de realizá-lo. Isso porque ele é capaz de deixar um histórico de produção de colágeno, que o nosso corpo jamais fabricaria sozinho.

Vantagem da implantação de fios de sustentação absorvíveis 

Além do resultado imediato, os fios induzem a formação de colágeno pelo organismo, constituindo então uma forma de tratamento também em longo prazo, possibilitando não somente o lifting facial, mas tratando também a flacidez, os sulcos e rugas. O tempo de duração do resultado depende muito do grau de flacidez, do tipo de fio e da combinação com outros tratamentos concomitantemente.

Em geral, o resultado do lifting pode ser notado até cerca de dois anos e meio depois da aplicação. O que garante o efeito de lifting não é o fio propriamente dito, e sim a formação de uma rede de colágeno, que é formada sobre o músculo e abaixo da pele tratada, sendo a principal responsável pela sustentação da pele. Assim, com o passar do tempo, pode-se optar por colocar outros fios, em localizações diferentes na face, conforme a necessidade.

Indicações de utilização dos fios de sustentação absorvíveis por cirurgiões-dentistas

Os fios de sustentação são indicados por cirurgiões dentistas quando:

- É necessário fazer o reposicionamento dos tecidos, melhorando a tonicidade da pele, suavizando as marcas de expressão, por exemplo, sulco nasogeniano (bigode chinês) contorno da mandíbula e corrigindo o acúmulo de tecido na região lateral do queixo (jowl);

- Correção de flacidez (papadas) em região submentoniana;

- Sequelas de traumatismos em região perioral (mordeduras, traumas avulsivos parciais);

- Otimização no contorno do lábio leporino;

- Complementação das terapias com toxina botulínica e preenchedores periorais e labiais;

- Sorriso assimétrico;

- Correção de sulcos nasolabiais e rugas de marionete persistentes após recuperação de DV, elevando os cantos da boca;

- Casos de apertamento e bruxismo intenso ou perda de suporte dentário posterior;

- Rítides labiais de fumantes;

- Otimização da estética orofacial, após reabilitações dentárias extensas;

- Levantam o nariz, afinam a ponta e a asa nasal;

- Suspendem a cauda da sobrancelha, abrindo o olhar;

A odontologia nos dias de hoje tem influenciado utilização dos fios de sustentação absorvíveis.

A cosmiatria orofacial com fios de sustentação está delineando um novo enfoque para a odontologia moderna. Através desta abordagem inovadora, conseguimos corrigir sorriso assimétrico, rítides labiais, sulcos nasolabiais e rugas de marionete persistentes decorrentes do processo de envelhicimento natural, bruxismo intenso ou perda de suporte dentário posterior, os quais levam normalmente a uma diminuição da dimensão vertical.

Motivos do aumento da procura pela implantação de fios de sustentação absorvíveis. 

Os efeitos do lifting com fios de sustentação podem durar até 5 anos após a implantação, com resultados satisfatórios, sem a necessidade de internação hospitalar e afastamento do paciente da sua vida normal, como ocorre normalmente em cirurgias eletivas. Sendo este um dos grandes motivos de interesse pela procura deste procedimento. Outras modalidades de procedimentos da estética orofacial (Botox e preenchedores faciais reabsorvíveis) não apresentam um resultado tão prolongado e efetivo quanto os fios corretamente empregados.

 

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Segunda, 07 Janeiro 2019 11:21

Como prevenir o câncer de boca

O câncer de boca é uma doença que não causa alarde no começo. Muitas vezes, quando o paciente resolve procurar um especialista, a situação já se tornou grave.

Feridas que não cicatrizam, aumento do tamanho das gengivas e língua ,sangramentos e pequenas úlceras na região da boca são sintomas da doença. As causas podem variar, mas o cigarro, o álcool e a exposição exagerada ao sol estão entre os principais fatores de risco, além do hábito de morder a parte interna das bochechas, causando repetidas lesões.

Próteses mal adaptadas e restaurações que deixem “bordas cortantes” podem machucar a boca oferecendo risco ao paciente. Qualquer anomalia após procedimento odontológico deve ser comunicada imediatamente ao dentista. Não é normal sentir dor ou desconforto prolongado.

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O que é a cárie dentária?

A cárie é uma doença universal em todas as populações mundiais e é o principal fator responsável por dor dentária e perda de dentes.

É uma doença infeciosa multifatorial e transmissível, causadas por bactérias presentes na boca que se alimentam de determinados tipos de açúcares provenientes da nossa dieta. Paralelamente, a doença é influenciada por outros fatores variáveis e acessórios: quantidade de saliva, espécies bacterianas, educação, atitude e comportamentos, etc... 

Quando as bactérias se mantêm por algum tempo sobre as superfícies dos dentes, degradam açúcares da dieta e produzem ácidos que destroem os tecidos dentários, causando lesões de cárie. Estas lesões podem surgir em diferentes dentes ou zonas de dentes, variando em aspeto, cor, extensão, profundidade, rapidez de evolução, dureza, etc... A presença de bactérias sobre os dentes não resulta necessariamente em lesões de cárie dentária mas é um fator indispensável. 

Na ausência de tratamento, as lesões de cárie progridem até à completa destruição dos dentes. 

Quais são os principais fatores de risco?

1. Consumo de açúcares em quantidade e grande frequência 

2. Exposição insuficiente a flúor 

3. Higiene oral inadequada e deficiente remoção da placa bacteriana das superfícies dentárias 

4. Diminuição da produção de saliva, o que pode acontecer por diferentes fatores (por exemplo: medicação, diabetes, doenças auto-imunes, etc...) 

5. Superfícies das raízes dentárias expostas 

6. Limitações físicas ou cognitivas 

Quais são os principais fatores de proteção? 

1. Redução do consumo de açúcares, em quantidade e frequência 

2. Exposição adequada a flúor 

3. Higiene oral correta e suficiente para remover as bactérias acumuladas sobre os dentes 

4. Estimulação salivar, se necessária 

Como se previne e trata? 

O tratamento e prevenção da doença devem potenciar os fatores protetores e minimizar os fatores de risco. A intervenção terapêutica deve ser adaptada às circunstâncias de cada paciente e envolve habitualmente a modificação de comportamentos diários de higiene oral e alimentação. 

As restaurações dentárias executadas pelo médico-dentista são uma parte muito importante do tratamento mas por si só, são insuficientes para tratar a doença. 

O tratamento adequado da cárie dentária requer um trabalho de equipa – paciente, médico dentista, higienista oral – em que cada elemento tem um papel específico a realizar. 

O sucesso final do tratamento e prevenção depende do bom desempenho de todos.

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O nome pode soar até estranho, mas a cirurgia de redução de bochechas, a bichectomia, está cada vez mais em alta.

O procedimento consiste na remoção parcial ou completa da bola de Bichat, um concentrado de gordura entre a mandíbula e a maçã do rosto.

A operação é irreversível e indicada para quem morde as bochechas ou para quem busca a estética de um rosto mais fino. O alvoroço em torno dos resultados prometidos, no entanto, não pode sobrepor os riscos da cirurgia, que vão desde infecção, lesão nervosa, sangramento e hematomas, até lesão no ducto da glândula parótida, o canal que produz saliva.

A bichectomia é realizada tanto por cirurgiões plásticos como por odontologistas. A cirurgia, apesar de ser simples e rápida, não pode ser feita em todas as pessoas, pois pode causar um afinamento excessivo e até antecipar o envelhecimento do rosto. Isso porque, com o passar dos anos, perdemos um pouco de tecido gorduroso na face. Então, se o procedimento for realizado indiscriminadamente, o paciente poderá acelerar essa flacidez.

O procedimento é recomendado apenas para quem possui a hipertrofia da bola de Bichat. O paciente tem que ser analisado como um todo, a operação não pode ser feita só por modismo, buscando ficar com a região malar mais marcada. Até porque, nem sempre, a cirurgia alcança o objetivo de afinar o rosto. Futuramente, quem não possui indicação vai precisar realizar preenchimento no rosto.

A operação é executada em uma média de 40 minutos por meio de uma incisão de 1 a 3 cm na parte interna da boca, não deixando cicatriz aparente, e com uso de anestesia geral ou local. O pós-operatório também costuma ser rápido, de três semanas. A localização das bolsas de gordura, próxima a vasos sanguíneos e terminações nervosas, no entanto, traz os riscos da bichectomia, que pode lesar tais estruturas importantes da face, responsáveis por movimentos e expressões. Por isso, o procedimento precisa ser feito por um profissional experiente e com conhecimento da anatomia da região.

Não é uma cirurgia livre de qualquer problema, e pode causar até a paralisia do lábio. De acordo com o último levantamento da SBCP, de 2016, 7.362 pessoas fizeram bichectomia naquele ano, o que representa 0,5% do total de cirurgias estéticas realizadas. Entre 2014 e 2016, o aumento foi de 14,25% no número de intervenções desse tipo. As bolas de Bichat dão estabilidade na mordida, elas têm uma função. Logo, a precaução é extremamente necessária antes de passar pelo procedimento.

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Quarta, 19 Dezembro 2018 16:31

Bepantol e Hipoglós são bons hidratantes?

Há algum tempo, blogueiras têm exposto nas redes sociais o uso de cremes e pomadas que são originalmente feitos para tratar algum tipo de problema de saúde ou de pele como produtos de beleza. Os campeões desses usos incomuns são os cremes contra assadura Hipoglós e Bepantol. Mas será que eles têm mesmo função estética como se pensa? 

É até possível fazer esse tipo de uso, mas é importante saber que tais produtos não funcionam como os cosméticos feitos exclusivamente para cuidados estéticos.

O que se espera de um produto com funções estéticas, de rejuvenescimento e prevenção de rugas é que ele penetre na pele e atue evitando a perda do colágeno e levando ao espessamento da pele que vai se tornando fina com o tempo,  e as pomadas em questão não têm essa função.

Bepantol

O Bepantol tem em sua base o Dexpantenol ou Pró-Vitamina B5, um hidratante potente que restaura a barreira natural da pele. 

Seu uso está indicado para cicatrização de ferimentos leves como assaduras, queimaduras, arranhões, inflamações nos cantos da boca, as chamadas quelites, e ainda para a rachadura dos lábios que ficam ressecados.

Aproveitando o poder hidratante da fórmula, o laboratório responsável pelo Bepantol lançou a linha Derma, que tem versão líquida, indicada para hidratar os cabelos, e um regenerador labial, voltado especificamente para a pele dos lábios.

Hipoglós

Outro queridinho das blogueira é o Hipoglós, pomada usada contra assaduras, principalmente nos bebês. Entres as muitas supostas novas funções estão clareamento da pele e proteção solar.

Entres as muitas supostas novas funções estão clareamento da pele e proteção solar. Ele é um protetor solar físico, tanto que muitos surfistas usam. Porém não é exatamente pelos componentes químicos do medicamento, mas porque é tão espesso e gorduroso que cria uma barreira contra os raios do sol, além de não sair facilmente na água. 

O Hipoglós também garante características hidratantes. É rico em óleos, além de Retinol e Óxido de Zinco, que são substâncias que formam uma camada protetora evitando, por exemplo, o contato da pele do bebê com fezes e urina. Além disso, promove a hidratação através do colecalciferol da fórmula (vitamina D).

Outra “indicação” incomum do creme é para quem tem manchas escuras entre as pernas por causa do contato. Esse uso é bem mais próximo da finalidade do produto.

Cuidado

Não é por serem medicamentos que essas pomadas fazem bem em qualquer lugar do corpo. A pele não é a mesma em todo lugar. O medicamento, mesmo que tenha propriedades hidratantes, pode fazer mal quando usado em determinadas regiões. O Bepantol, por exemplo, não estimula a produção de colágeno, portanto não tem função estética. Em jovens pode, inclusive, causar acne. Como são ricos em óleo, o uso excessivo e frequente pode obstruir os poros e causar lesões na pele. Com isso, é importante retirar o produto de manhã com um sabonete adequado para o seu tipo de pele e aplicar filtro solar em seguida.

 

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Muitos pais têm dúvidas sobre qual a idade correta para colocar aparelho ortodôntico no seu filho.

A boa notícia é que é possível, cada vez mais cedo, fazer o uso para casos comuns na infância, como a mordida cruzada e a projeção do maxilar para frente ou para trás, corrigindo a postura da língua.

Não há uma idade definida para iniciar o tratamento. Mas, a partir dos quatro anos, recomenda-se procurar um especialista para avaliar a saúde bucal da criança. Como nessa fase de troca de dentição os ossos da face não estão totalmente calcificados, conseguimos obter um ganho considerável no tratamento.

Isso é possível, segundo a ortodontista, em função dos aparelhos ortopédicos (ou funcionais), já que eles utilizam o céu da boca e as gengivas como apoio, sem oferecer riscos para a saúde dos dentes de leite. Essa técnica pode ser usada em crianças pequenas porque modifica a estrutura da boca, diferente dos aparelhos empregados na ortodontia, que modificam a posição dos dentes.

Há casos em que o tratamento é associado, utilizando as técnicas da ortopedia e da ortodontia. Os aparelhos móveis, feitos de acrílico e metal, só devem ser retirados no horário das refeições e da escovação dos dentes. Quanto mais a criança usar, melhor será a correção e mais rápido o tratamento acabará. Visitas periódicas ao dentista são necessárias para fazer ajustes e acompanhar o andamento.

Saúde bucal

A ortodontista enfatiza que o uso de aparelhos vai muito além das questões estéticas e da boa aparência. “Uma boca saudável proporciona boa mastigação e, consequentemente, melhor digestão e absorção dos nutrientes. Não basta apenas investir em alimentos ricos em vitaminas, proteínas e sais minerais. É imprescindível que a mastigação seja correta para que todos esses componentes sejam de fato absorvidos pelo organismo. Daí a importância de fazer a correção dos dentes desde cedo.”

Ela acrescenta ainda que, além do uso de aparelhos quando necessários, a escovação dos dentes, o uso do fio dental e de enxaguantes bucais são fundamentais para um belo sorriso. “Portanto, estimule seu filho desde pequeno a ter hábitos de higiene e a fazer o uso correto dos aparelhos.”

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A saúde começa pela boca. Isso pode ser compreendido de uma forma bem ampla, que vai desde o que comemos e bebemos até a forma como higienizamos dentes, gengiva e toda a cavidade bucal ao longo do dia.

No que diz respeito à alimentação, existem nutrientes que, incluídos conscientemente em uma dieta balanceada, reforçam a resistência dos dentes e da gengiva e ajudam a manter o equilíbrio da boca como um todo.

É importante saber que a saúde bucal é influenciada pela saúde geral. Uma dieta pobre em nutrientes favorece o aparecimento de problemas bucais e tem impacto direto na saúde periodontal, levando a quadros de gengivite e periodontite severos.

Cálcio

Age na remineralização do esmalte dos dentes, além de fortalecer a estrutura óssea que suporta a arcada dentária. Ele é capaz, ainda, de elevar o pH bucal, reduzindo a fragilização dos dentes pelos ácidos. Nas crianças, é diretamente responsável pela boa formação dos dentes.

Pode ser encontrado em: laticínios de origem animal (queijos e iogurtes, por exemplo), gema de ovo, sardinha e vegetais verde-escuros (brócolis, couve e espinafre, entre outros).

Vitamina D

É essencial para a absorção do cálcio pelo organismo - ou seja, não adianta muito consumir cálcio e não fixá-lo no organismo.

Pode ser encontrada em: óleo de fígado de peixe, cogumelos, gema de ovo, peixes, leites animais e seus derivados e, principalmente, através da exposição ao sol (até as 10h e depois das 16h).

Vitamina C

Tem um papel importante na ação do colágeno - que protege o tecido das gengivas contra lesões e sangramentos e facilita a cicatrização da região. Pode ser encontrada em: frutas cítricas (como laranja, limão e acerola), tomate, kiwi, goiaba e caju.

Vitamina A

É necessária para a manutenção do tecido gengival e para a formação de uma camada protetora no esmalte.

Pode ser encontrada em: fígado, gema de ovo, óleos de peixes, cenoura, espinafre, manga e mamão.

Fibras

Embora não sejam exatamente nutrientes, pois não fornecem algo a ser absorvido pelo organismo, as fibras são importantes para a saúde bucal, uma vez que exigem mais força de mastigação, auxiliando na remoção de resíduos alimentares entre os dentes e aumentando a produção de saliva.

Podem ser encontradas em: maçãs, cenoura e outros legumes firmes crus, cereais integrais e oleaginosas (como castanhas e nozes).

Água

Estimula a produção de saliva, que ajuda a equilibrar o pH da cavidade bucal e a proteger dentes e gengiva. Recomenda-se a ingestão de dois litros de água por dia, de preferência entre as refeições.

Para evitar: doces, açúcar refinado e refrigerantes

Quando o açúcar refinado entra em contato com as bactérias do meio bucal, ocorre a produção de um ácido que contribui para a queda do pH, o que causa a desmineralização da superfície dos dentes e pode levar à formação de lesões de cárie.

Os refrigerantes, além de causar todos os males derivados do açúcar refinado, que está presente em sua composição, também contêm ácidos que danificam o esmalte e levam à corrosão dentária. Evite-os sempre que possível.

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Cárie, tártaro, mau hálito, perda de dentes e sangramentos na gengiva. Estas consequências da má higiene bucal são bem conhecidas pela maioria das pessoas, mas não são as únicas. Focos de infecção na boca, como a periodontite, podem levar bactérias para outras áreas do organismo e afetar a saúde de pessoas com doenças cardíacas, diabetes, gastrite e artrite, além de aumentar o risco de complicações no sistema respiratório.

As infecções na boca são a maior causa de bacteremia, ou seja, da entrada de bactérias na circulação. Este caminho ocorre pela gengiva, quando o foco infeccioso é a doença periodontal, ou pela exposição do canal de dentes muito afetados no caso de cáries profundas e remanescentes de raízes.

Ela conta que o organismo em equilíbrio tem recursos para nos proteger dessas bactérias; se dentes e gengiva não estão saudáveis, porém, os riscos aumentam. É importante considerar a saúde bucal como parte da saúde geral, pois infecções bucais e condições sistêmicas estão relacionadas.

A doença periodontal se desenvolve devido ao acúmulo de placa bacteriana e tártaro nos tecidos periodontais, formado por gengiva, osso alveolar, ligamentos periodontais e demais tecidos que sustentam os dentes -, o que leva a um processo inflamatório e imunológico e à destruição desses tecidos. Daí a chance de entrada das bactérias na circulação sanguínea.

Como manter ou recuperar a saúde bucal

Cuidar da saúde bucal para evitar doenças e manter o equilíbrio do corpo é muito simples: basta respeitar uma rotina de escovação pelo menos três vezes ao dia (ou sempre após as refeições) e ter o cuidado de usar escovas de dentes adequadas, cremes dentais com flúor e fio dental.

Caso a doença periodontal se desenvolva, ela deve ser tratada exclusivamente por um dentista. Isso porque o tratamento pode incluir procedimentos como raspagens, remoção de focos infecciosos (como dentes que não podem mais ser tratados) e uso de antibióticos, quando necessário.

Doença coronariana

Esta doença cardíaca é causada pela formação de placas de ateroma (colesterol e tecido fibroso) que se desenvolvem nas paredes dos vasos sanguíneos, levando à aterosclerose. Com a bacteremia, as placas podem ser colonizadas por bactérias presentes na periodontite, que contribuem no agravamento da doença.

A doença deve ser tratada, em conjunto, por um cardiologista, para evitar consequências como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC), e por um dentista.

Endocardite infecciosa

Trata-se de uma doença cardíaca grave causada pela infecção de um coágulo, instalado nas válvulas cardíacas ou na parede do coração, pelas bactérias da doença periodontal. Ela é mais comum em pessoas com predisposição à febre reumática, que gera alterações nas estruturas das válvulas e as torna vulneráveis.

Assim como a doença coronariana, deve ser tratada por um cardiologista e dentista, para evitar consequências como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC).

Pneumonia

O quadro de pneumonia pode ocorrer pela aspiração de saliva contendo patógenos respiratórios associados à doença periodontal. É mais comum em pacientes com baixo nível de consciência ou idosos. Um médico pneumologista é o especialista a ser consultado para controlar o quadro, ao mesmo tempo em que um dentista deve atuar na eliminação da periodontite.

Gastrite

A doença periodontal é um potencial ambiente de colonização da bactéria H. Pylori, ligada à gastrite. Se a bactéria entra na corrente sanguínea e o paciente tem essa inflamação do revestimento do estômago, o tratamento das duas condições fica mais complicado.

Mais uma vez, é necessário um tratamento multidisciplinar, com um dentista para eliminar a periodontite e um gastroenterologista para minimizar os prejuízos no estômago.

Artrite reumatoide

Seus sintomas, como dores, rigidez e inchaço nas articulações, podem ser agravados pelas substâncias químicas liberadas pela infecção crônica da doença periodontal. O trabalho do reumatologista no controle dos sintomas precisa da colaboração com o dentista, que controlará a periodontite do paciente.

Diabetes

A relação entre diabetes e doença periodontal é uma via de mão dupla. Por um lado, o paciente com diabetes normalmente tem a "boca doce", por causa do alto teor de açúcar no sangue, e apresenta também pouca produção de saliva quando a glicemia está descompensada. Isso faz com que haja uma predisposição a infecções e também uma menor defesa contra elas, já que uma das funções da saliva é proteger a boca contra cáries e infecções.

Se não houver uma excelente higienização bucal constante, a infecção pode se instalar, causar inflamação e virar uma periodontite, abrindo as portas para a entrada de bactérias na corrente sanguínea.

Por outro lado, a doença periodontal eleva o índice glicêmico, que não pode ser totalmente controlado enquanto a cavidade bucal apresentar a doença. Mesmo que o endocrinologista inicie um tratamento com insulina ultra-rápida, é necessário tratar as gengivas e os dentes simultaneamente para que a glicemia possa ser compensada.

O trabalho, portanto, precisa ser em conjunto entre dentista e endocrinologista, para que as etapas dos tratamento beneficiem a saúde bucal e o controle do diabetes.

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